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Nem tudo que é simples é pouco.

 

Por muito tempo, chamaram de básico.

E eu também chamei.

 

Achei que precisava de mais cor,

mais detalhe,

mais excesso.

 

Até entender que o problema não era o simples.

Era não conhecer o que me vestia bem.

 

Quando o corte é certo,

quando o caimento respeita o corpo,

o básico deixa de ser básico.

 

Ele vira essencial.

 

YE nasce disso.

Do entendimento de que menos não é falta.

É escolha.

 

Não é básico.

É essencial.

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